quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Olhe minha filha
Como tudo está

A nossa terra
Os animais
As flores
Os pássaros

Falam-me de você

O azul da petúnia
O rosa da cravínia
As árvores,o mato

O meu pranto

À sua lembrança
corre como brisa

Molhando todo canto

De saudade

Um comentário:

  1. Minha cara e mui querida observadora, perdoe-me a intromissáo em seu diário. Minhas memórias tbém são alimentadas por fatos vividos e sentidos neste quase 1 ano em que a nossa Gabriela foi adornar os jardins do céu.
    Como vc mesmo disse, em seu diário, as cores das árvores, das flores, das petúnias,.... o cheiro do mato e da terra molhada nos traz ä memória o que amamos e aprendemos a ter sempre conosco. Caminhando pelos parques aqui em Araxá, as vezes experimentando uma sandália, uma rasteirinha... mimos que a Gabriela sempre teve, não há como controlar o impulso de contar a vc, minha cara observadora. Muitas vezes penso como e quando nos acostumaremos a perceber esses detalhes e a imagem dela não estar presente. Acho que é humanamente impossível... assim nos resta nos alegrar como ela se alegrava e certamente se alegra vendo-nos percebe-la diariamente em nossa vida.

    Tudo tem sentido quando vivemos o pleno sentido da vida!
    Beijos, saudades....
    Mirna

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